“Quem não luta pelo que quer, não merece o que deseja”

terça-feira, 30 de junho de 2009

Carinho de mãe alimenta o psique do bebê

Ser a intérprete...

O laço íntimo entre a mãe e o bebê se solidifica através do contato físico: a amamentação, as carícias, os cuidados diários, o olhar e a voz. A mãe é a mediadora entre o bebê e este novo mundo, tornando aquilo que o perturba em algo menos agressivo e mais tolerável. Durante o primeiro ano de vida, a mãe é a intérprete de toda a percepção, ação e conhecimento do bebê. E a comunicação entre eles estabelece-se basicamente através do corpo: ela lhe oferecerá os estímulos táteis necessários para a aprendizagem.

A importância das carícias
Os cuidados cotidianos, que implicam um contato corporal, ajudam-no a resolver as suas tensões e mal-estar. Mas esse contato é mais do que um toque gratificante. Enquanto a mãe o toca, lhe mexe, o aperta contra o seu peito, facilita-lhe a possibilidade de captar pressões, texturas e temperaturas. Assim, começa a sentir-se, registra o seu próprio corpo, captura sensações. Começa a reconhecer-se como diferente de tudo quanto o rodeia. Por isso, é fundamental, que a mãe toque o bebê, dado que o contato favorece o desenvolvimento das capacidades motoras, intelectuais e afetivas. Faz com que se sinta amado e cuidado; e, fundamentalmente, ajuda a evolução do seu psiquismo. Na hora de pensar no carinho, não há que regatear sequer uma carícia, pois assim como o leite nutre o seu corpo e sacia o seu apetite, as carícias e os mimos alimentam o psiquismo do bebê, a sua interioridade; e fazem-no crescer.




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