“Quem não luta pelo que quer, não merece o que deseja”

sábado, 15 de agosto de 2009

O Amor é Fundamental



A força do carinho: nos primeiros anos de vida, o contato físico pode ser uma declaração de amor mais eficiente do que as palavras. Massagear o bebê, acariciar-lhe o rosto e deslizar as mãos de leve pelas costas dele no banho proporcionam intenso bem-estar ao pequeno. "O toque faz a criança sentir-se segura e protegida, além de ser prazeroso para ambos''.
Esse envolvimento mútuo é mesmo o segredo do sucesso, o toque precisa vir acompanhado de uma emoção que parta da mãe em direção ao filho. Movimentos automáticos não dizem nada para a criança. Se a mãe pega o bebê no colo, mas não está atenta àquele contato, a criança logo percebe e fica desconfortável. É que, apesar do gesto, ela capta a displicência da mãe e não relaxa. Ao contrário, quando a mãe também está envolvida emocionalmente, o bebê sente-se acolhido e se entrega, uma verdadeira terapia para os dois. Esses momentos de carinho reafirmam à criança o quanto ela é importante - meio caminho andado para o desenvolvimento de uma auto-estima elevada, sem a qual não se constrói uma personalidade segura. Afinal, quem gosta de si mesmo e tem consciência do próprio valor tende a ser mais independente e pouco vulnerável à necessidade de aprovação alheia. Curtir momentos especiais ao lado do bebê também é uma maneira de mostrar o quanto ele é importante na vida dos pais. Cabe a cada mãe estabelecer esses intervalos em seu dia-a-dia e descobrir a melhor maneira de se divertir ao lado do filho. Além de reforçarem na criança a noção de sua importância na vida da mãe, esses rituais diários transmitem uma relevante mensagem de estabilidade. Diferentemente dos adultos, crianças pequenas são fãs da rotina - não curtem pratos novos, olham com desconfiança pessoas desconhecidas e ficam de mau humor quando o horário da soneca atrasa. A repetição de rituais é interpretada por elas como sinal de que tudo está bem, o que lhes dá a segurança necessária para - aí, sim - fazer as descobertas e tentativas naturais de cada fase do desenvolvimento.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Jogos para estimular os Bebês


O jogo é um aspecto fundamental na vida dos bebês. E através do jogo o bebê se expressa: pensamentos, vontades, necessidades e sentimentos em relação ao mundo que o rodeia. O jogo deve ser um verdadeiro elemento de estimulação e não apenas um mero “passatempo”. Para isso, é necessário saber que habilidades do bebê devemos estimular, tendo em conta o seu desenvolvimento
Desde o nascimento até aos 6 meses:
a capacidade manipulativa dos bebês ainda é limitada, e eles relacionam-se com o mundo através da vista, ouvido e tacto. Gostam de ver as caras próximas e preferem os objectos com movimento, som e de cores vivas.
Brinquedos móveis: as coisas que se movem despertam a atenção do bebê. Pode-se pendurar brinquedos móveis próximo do bebê, para que ele os veja. Alguns modelos têm peças de substituição para variar a composição.Mordedores e brinquedos de apertar: anéis ou outras formas de borracha, fáceis de agarrar e que podem ser levados à boca.Bolas e brinquedos moles: os mais adequados são os mais simples e de textura variada.Fotografias plastificadas e espelho de bebê: colados nos lados do berço, para que a criança os veja.Guizos, campainhas, brinquedos sonoros: brinquedos que emitem sons ao puxar, agitar, apertar, chupar ou tocar.


Crianças dos 7 aos 12 meses: nesta idade o bebê recorda conceitos simples, identifica as partes do seu corpo e as pessoas que vê com frequência. Entusiasma-se com os objectos, estuda-os ao metê-los e tirá-los de uma caixa, procura-os se estão escondidos. Imita sons e já no fim desde período, está quase a andar. Sempre-em-pé sonoros: podem ser colocados na mesa onde come ou próximos da sua cadeirinha para que os manipule.Bolas: são aptas as duras ou moles, de tamamnho adequado.Brinquedos com rodas: carros, autocarros ou animais que se desloquem sobre rodas grandes de plástico ou borracha.Livros de tecido ou plástico: com ilustrações grandes e simples, de tamanho adequado de forma a ser agarrados, sacudidos ou mordidos.Cubos grandes e moles: o bebê pode brincar com os cubos a construir coisas além de comprimi-los e lançá-los.Bonecos de peluche: devem estar bem confeccionados e feitos de uma única peça. Recipientes, taças e brinquedos que flutuem: para brincar na água, por exemplo, ao tomar banho.